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A alma do mundo, de Roger Scruton

Para Roger Scruton, um dos filósofos mais importante da atualidade, não podemos explicar o mundo apenas pelas ciências naturais. Em seu mais recente livro publicado pela Editora Record, Scruton argumenta contra essa tendência de querer explicar cientificamente o que não se pode ser explicado cientificamente. O indivíduo, o self, não pode ser analisado pela ciência com o propósito de explica-lo, assim como o mundo, a música, a religião, o sagrado e as relações eu-você. Nos primeiros capítulos a compreensão pode ser um pouco difícil, pois o filósofo contrapõe os argumentos científicos (como a psicologia evolutiva) que afirma que o que fazemos é determinado pelos nossos genes. Mas não tentarei explicar o que é bastante complicado para entender, por isso deixo essa tarefa para o próprio Scruton.
As nossas associações, o nosso ato de sacrificar pela família ou pátria, nossos contratos, relacionamentos e até a nossa crença faz parte de um mundo que não se pode explicar pela ciência. O nosso …

5 Considerações sobre Sherlock | Primeira Temporada

 
O Dr. John Watson precisa de um lugar para morar em Londres. Ele é apresentado ao detetive Sherlock Holmes e os dois acabam desenvolvendo uma parceria intrigante, na qual a dupla vagará pela capital inglesa solucionando assassinatos e outros crimes brutais. Tudo isso em pleno século XXI.

1. Sherlock, para quem ama os livros do Sir Arthur Conan Doyle, é uma ótima série. O primeiro episódio, “Um estudo em rosa”, é uma adaptação de “Um estudo em Vermelho”, o primeiro livro do detetive Sherlock Holmes. Como no livro, a série traz toda aquela atmosfera de crimes não solucionados, e quando o governo não consegue resolver o caso de uma mulher morta em um prédio, toda vestida de rosa, eles chamam Sherlock Holmes. Benedict Cumberbatch atua muito bem, e não trai o personagem descrito no livro. Inteligente, excêntrico, bem-humorado e muito competente. Como no livro, ele conhece o Dr. Watson (Martin Freeman, aquele que fez uns filmes como um hobbit), que vira o seu companheiro inseparável. A dupla funcionou muito bem, apesar do temperamento dos dois serem completamente opostos, eles juntos solucionam o caso. A série foi criada por Steven Moffat e Mark Gatiss, que fizeram um belíssimo trabalho.

2. A primeira temporada só tem três episódios, isso mesmo, somente três. Mas, quantidade não é qualidade, não é mesmo? Cada episódio dura mais de uma hora, e gostei bastante desse formato. Com um tempo de duração maior, os episódios conseguem explanar todos os pontos e questionamentos que envolvem aquele caso em questão, e apesar disso, não é cansativo. Até o fim do "ep", nos prendemos a cada segundo, e quando acaba, eles deixam algo no ar que nos fazem assistir ao próximo o mais rápido possível. Seria quase impossível ficar uma semana esperando o próximo episódio ir ao ar, mas como eu assisti pela internet recentemente, pude assistir um atrás do outro. Enfim, são três episódio com mais de três horas de Sherlock e Dr. Watson ao todo, não julgue uma série pela quantidade de episódios, ok?

3. A fotografia da série é muito bem produzida, assim como o roteiro, a trilha sonora e os figurinos. Apesar de passar em Londres nos dias atuais, as roupas de Sherlock nos passa algo nostálgico, remetendo a tempos passados, quando Conan Doyle criou o detetive mais famoso do mundo. Achei essa sacada genial, é tudo muito moderno e clássico ao mesmo tempo.

4. Além de Sherlock, Jim Moriarty (Andrew Scott) traz alguns jogos interessantes, sendo que se Sherlock não conseguir desvendar algumas charadas dele, ele mata pessoas. No episódio “O Grande Jogo”, Moriarty consegue fazer que Sherlock caia em uma armadilha, e decide matar ele e Watson, que foi feito vítima também.


5. A temporada termina com nossos nervos a flor da pele. O que acontece, só assistindo para saber. Concluindo, Sherlock é uma ótima série, bem produzida, belíssimas atuações, com destaque para o Benedict Cumberbatch, que faz um Sherlock digno do Sherlock de Robert Downey Jr., e que com toda a certeza agradará a todos, e quem sabe, fará aqueles que ainda não leram os livros do Sir Arthur Conan Doyle ler as aventuras desse detetive junto com o seu estimado companheiro, o Dr. Watson. 

Estou assistindo a segunda temporada, em breve irei escrever algumas considerações sobre.

Comentários

  1. Essa série é fantástica, cara! Martin Freeman e Benedict Cumberbatch nasceram para ser esses personagens!

    Abraços!!
    http://bravuraliterariablog.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Muito boa mesmo, Phelipe! Essa dupla funciounou muito bem, e sem dúvidas a série é a melhor do gênero. Abraços!

      Excluir

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