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A alma do mundo, de Roger Scruton

Para Roger Scruton, um dos filósofos mais importante da atualidade, não podemos explicar o mundo apenas pelas ciências naturais. Em seu mais recente livro publicado pela Editora Record, Scruton argumenta contra essa tendência de querer explicar cientificamente o que não se pode ser explicado cientificamente. O indivíduo, o self, não pode ser analisado pela ciência com o propósito de explica-lo, assim como o mundo, a música, a religião, o sagrado e as relações eu-você. Nos primeiros capítulos a compreensão pode ser um pouco difícil, pois o filósofo contrapõe os argumentos científicos (como a psicologia evolutiva) que afirma que o que fazemos é determinado pelos nossos genes. Mas não tentarei explicar o que é bastante complicado para entender, por isso deixo essa tarefa para o próprio Scruton.
As nossas associações, o nosso ato de sacrificar pela família ou pátria, nossos contratos, relacionamentos e até a nossa crença faz parte de um mundo que não se pode explicar pela ciência. O nosso …

Divergente | Resenha do livro

Editora: Rocco
Autora: Veronica Roth
Formato: Digital
ISBN: 978-85-8122-151-9
Sinopse: Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em 5 facções: Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. 
Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Durante 2014 o livro que eu consegui ler em tempo recorde foi Divergente. A escrita de Veronica Roth me encantou de tal maneira, que quanto mais eu lia, com mais prazer eu ficava para continuar lendo o próximo capítulo. Assisti primeiro o filme, e só decidi ler o livro uns 8 dias atrás, pois estava procurando inspiração para o livro que estou tentando escrever. A riqueza dos detalhes, a forma natural como ela descreve os acontecimentos me fascinaram.

Divergente não é só mais uma modinha como eu julgava. Sim, além do romance que foge dos clichês literários entre Tris e Quatro, o livro aborda assuntos como o bullying, a coragem, o sacrifício e o perigo de pensar com sua própria mente dentro de uma sociedade politicamente correta.
A personagem principal, Beatrice (Tris) é da facção abnegação e está prestes a escolher o seu futuro e em qual facção vai pertencer. Para isso, ela faz um teste de aptidão em que mostrará qual das cinco facções ela pertence. Mas o seu teste não foi conclusivo, pois ela tinha aptidão em mais de uma facção. Algo errado estava acontecendo, e como mais tarde ela descobre, o seu teste apontava que ela era uma Divergente.

Além da Abnegação, existem mais quatro facções: Audácia, Amizade, Erudição e Franqueza. Logo após da cerimônia em que todos os jovens de até 16 anos escolhem em qual facção pertencer, começa a iniciação. Se não passarem na iniciação, se tornarão sem-facção. Beatrice escolhe a Audácia, uma facção em que seus membros desconhecem a covardia. Desde então, vários acontecimentos de tirar o fôlego do leitor acontecem. No ápice do livro, em que uma guerra pelo poder acontece, Tris corre perigo e tem perdas insuperáveis. Ela também descobre que existem outros divergentes, e lutam para sobreviver e acabar com o plano de Jeanine. Para saber o que acontece, só lendo o livro. Minha grande descoberta do ano foi sem dúvida a escritora Veronica Roth. Divergente é uma trilogia, que conta com Insurgente e Convergente.

Comentários

  1. Olá
    Parece ser legal maaas livros com esses temas que citou não me atraem muito, som meio superficiais para mim.
    Abraços.

    http://chacomresenha.blogspot.com.br/

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    Respostas
    1. E aí Leo! Bem, eu não achei ele superficial é uma ótima leitura. Vale a pena, abraços!

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  2. De alguma forma o livro é uma modinha - se eu entendi o conceito de modinha que você descreveu. Mas não é por ser modinha que é ruim. Um exemplo é Game of Thrones, que é modinha para todos os cantos, mas é fascinante. Eu sempre tive curiosidade para conhecer a história e nem o filme assisti ainda pois quero me aventurar primeiro no livro. Espero que eu goste da leitura.

    Um abraço,
    oepitafio.blogspot.com

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    Respostas
    1. E aí Elder! Acho que você vai gostar da leitura sim.
      Abraços.

      Excluir

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