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Múltipla Escolha, de Alejandro Zambra

O começo do livro foi bem nada com nada, me senti perdido. Qual o leitor que está acostumado com um livro, que conta diversas histórias sobre os mais variados assuntos, no formato de questões de vestibulares? Por isso o título “Múltipla Escolha”. É um chamado para sair do óbvio e forçar a mente a tirar significado de algo, primeiramente, sem sentido. Algumas páginas adiante já comecei a entrar na ideia do autor e acabei adorando o livro. Frases pequenas, com múltiplas escolhas para substituir os espaços em brancos, faz invocar logo aqueles tempos de escola. Acostumados a obedecer e ter que marcar alguma alternativa, percebermos o quanto fomos treinados e não educados, como o autor enfatiza. Aliás, é um dos assuntos que mais me marcou e proporcionou pensamentos filosóficos sobre o nosso sistema educacional, onde somos treinados a dar uma resposta correta, com medo de que não seja a correta, mesmo que outra alternativa faça mais sentido. 
Por que devemos adivinhar o que o professor/educa…

A Cabana | Resenha do livro

Autor: William P. Young
Editora: Arqueiro
ISBN: 978-85-8041-025-9

A Cabana é um desses livros que é amado por muitos, e odiado pelo resto. É difícil falar sobre esse livro porque existem várias controvérsias. Como por exemplo, William retratou Deus como uma mulher negra. É verdade que ele só quis quebrar aquela visão de um Deus barbudo, velho e irado. E na minha humilde opinião, ele acertou em cheio ao escrever desse jeito. Talvez se a história tivesse um homem velho e barbudo como Deus não teria tanto impacto assim. O mesmo acontece com o filho Jesus, e o Espírito Santo. Um Jesus carpinteiro, do oriente médio. E o espírito santo, uma mulher oriental. Mas vamos voltar para o que o livro conta. 

Mack teve sua filha pequena assassinada por um maníaco. Desde então, ele se culpa pela morte da filha até que recebe um bilhete o convidando para ir à cabana onde o corpo da pequena Missy foi encontrado. O bilhete tinha a assinatura de papai. No princípio isso fica muito confuso para ele, mas depois decide aceitar o convite. Ao chegar na cabana, ele não encontra nada nem ninguém. Grita toda a sua dor e pergunta o porquê de Deus não ter feito nada para salvar a filhinha. Depois de algum tempo Mack se vê em uma cabana muito bonita, em plena primavera e sente um cheiro bom de comida. O final de semana com a trindade tinha acabado de começar. E a partir daí, William conduz a personagem por momentos de cura, de alegria plena, de sabedoria e de decisões. 

Os diálogos entre Mack e cada pessoa da trindade é muito natural, e emocionante. Como sou cristão, chorei em alguns momentos. Com certeza, se tratando de ficção e espiritualidade, A Cabana é sem dúvida alguma o melhor. Já o li várias vezes, e decidi fazer esse post para vocês para lerem, e se já leram deixar o que você achou do livro aqui nos comentários.

Comentários

  1. Meu, li esse livro apenas uma vez e me apaixonei! Não sei porque as pessoas têm ódio dele... Eu achei sensacional a ideia de Deus ser uma mulher negra, enfim. rs
    Beijo!
    Choque Literário

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    Respostas
    1. Olá Luiza! Eu também não entendo esse ódio todo, sendo que o livro é maravilhoso. Deus como uma mulher negra foi sensacional mesmo, talvez seja por isso que algumas pessoas não gostem do livro. Beijos!

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  2. Oi, como vai?
    Eu simplesmente sou louco pra ler esse livro, mas sempre vou deixando e nunca compro.
    Quero muito ler.
    Que bom saber que ele é emocionante, estou querendo uma leitura assim.
    Espero ler muito em breve!

    www.enquantoestavalendo.com.br

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. E aí cara, vou bem e você? Não vai se arrepender, super recomendo A Cabana. Abraços!

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  3. Adorei sua resenha, confesso que nunca li uma resenha boa sobre tal livro. Ganhei esse livro de presente de aniversário em 2013 e até hoje não li por ouvir falar dele de forma negativa, mas com certeza tá na fila de 2015!



    www.bookecoffee.blogspot.com

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    Respostas
    1. Que bom que você gostou da resenha! Boa leitura, e garanto que você irá adorar. Beijos

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