Um romance policial de assunto histórico, segundo o próprio escritor. Rio de Janeiro, século XIX. Um crime não solucionado, e um desfecho um pouco óbvio. Em A Hipótese Humana, o quarto livro do compêndio mítico sobre os séculos da história do Rio. De fato, mítico. Não li os três livros anteriores, mas neste o mito está bem presente. Assim como as crenças e rituais místicos daquela época. Domitila, filha do coronel Francisco Eugênio, é encontrada morta em seu quarto. Mas sabemos que Tito Gualberto lá esteve antes do assassinato (?) da sua prima, e amante. O coronel escuta barulhos vindos do quarto provisório da filha, situado no térreo ao lado da biblioteca, e adentra-o tarde demais, pois só vê um vulto além da janela e dispara contra quem quer que seja. O detetive, ou investigador, como você queira chamar, é o próprio Tito, amante da vítima. Suspeita primeiramente do marido de Domitila, Zé Higino. Mas tudo parece muito confuso, e o caso mostra ser bem mais complexo do que se imag...
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